Belluzzo Produções apresenta: O Perfumado Veneno e Perpétuo

Após os sucessos consecutivos que bateram recorde de arrecadação de alimentos com os filmes Pacta Corvina e O Olho do Lince, a Belluzzo Produções Cinematográficas pretende manter o público com o mais novo filme longa metragem, que sairá do forno ainda em janeiro de 2018: Perfumado Veneno.

“As gravações finalizaram-se em agosto deste ano e nossa expectativa é que a edição seja concluída sem atrasos, até o prazo estabelecido, que é o final de janeiro”, explica o diretor e roteirista Augusto Belluzzo. O Perfumado Veneno pretende fechar a segunda fase de produções cinematográficas socorrenses compreendida pelas 3 produções de ficção da equipe, uma por ano, todas em sequência. “Será o último filme que manterá a tradição de ser lançado no mesmo ano de sua produção, pois desde o Pacta Corvina a Belluzzo Produções conseguiu fazer 1 filme por ano, o que sempre manteve o público ansioso para aguardar as estreias anuais de nossos filmes, no Cine Cavalieri Orlandi”, conta Augusto.

A partir de janeiro de 2018, a equipe passará a trabalhar com o projeto mais ousado até então: Perpétuo, o longa metragem mais complexo já pensado pelo grupo amador socorrense. “Precisaremos de dois anos para concluir esse filme, haja vista que a ambientação é no século XIII, na Europa Medieval, o que exigirá um estudo minucioso dos hábitos, vestimentas e locações para a produção correta que desejamos. A Rede Globo lançará uma novela que se passa na Idade Média, mas eu, o roteirista, garanto ao público que a história do Perpétuo já está escrita desde 2013!”, afirma Augusto, enfatizando o caráter inédito de sua produção. “O filme só será gravado agora porque, como diretor, não vislumbrava o elenco maduro à época, para realizar esse projeto; no entanto, com a pauta de excelentes atores que nosso grupo conta, atualmente, após a produção de nossos últimos três filmes, sinto que está na hora de ousar um pouquinho mais”, finaliza Augusto.

Todos os estudos históricos e os assuntos teológicos ficaram por conta do professor Paulo Cesar Fuentes Pisoli, especialista em Filosofia Medieval. A direção de Arte permanece com a criatividade e talento do artista Ulysses Farias, bem como a Direção de Continuidade e Produção, com Tamires Vieira. Em razão aos dificultosos trajes que o filme pede, Lou Lopes foi investida pelo grupo para a Direção de Figurino, haja vista que, por se tratar de um filme de época, as vestimentas precisam refletir aquilo que se usava na Europa Medieval à época do filme. O roteiro foi definitivamente reformado por Augusto Belluzzo, que também cuidará da Direção geral.

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