Hoje: Lindoia – “Capital Nacional da Água Mineral”

Nossa vizinha Lindoia é a cidade escolhida da semana para darmos continuidade à missão de incentivar o turismo em nosso Circuito das Águas Paulista. A cidade é uma das onze do estado de São Paulo a receber o título de “Estância Hidromineral”. Fazendo jus à categoria, pesquisas apontam que cerca de 40% de toda água mineral consumida no país parte das fontes de Lindoia.

Pontos turísticos

Lindoia oferece ao turista diversas opções de entretenimento. O Recinto de Exposição e Lazer “Antonio Toledo”, próximo ao Grande Lago, conta com lanchonete, bar, estacionamento, quadra de esportes e é utilizado para eventos como feiras e congressos, pela sua capacidade de receber milhares de pessoas.

Outra atração e também um cartão postal de Lindoia é a Garrafa. Este ponto de parada para fotos é um símbolo que representa a água, a maior riqueza do município. Construída em 1978 por iniciativa do Lions Clube, na Garrafa também está o marco em homenagem aos emancipadores de Lindoia em 1965.

Se o turista busca por lindas paisagens, vale uma visita ao Cristo Redentor e Morro do Mosquito. Lá, é possível ver a vista da cidade e a Serra da Mantiqueira. Com 1.400m de altitude, toda a região pode ser contemplada no Morro do Mosquito.

Com 260 mil metros quadrados, o Grande Lago de Lindoia pertence ao Complexo Turístico do Vale do Barreiro. Um dos maiores empreendimentos turísticos, o local conta também com o Clube Náutico e o Vertedouro. Atrai pessoas interessadas no Ecoturismo e Turismo de Esportes e Lazer, além de ser sede de provas e campeonatos.

 

Passado

No século XVII, chegavam os primeiros colonizadores na região. Interessados nas Sesmarias – terras abandonadas pertencentes a Portugal – foram feitas várias concessões para a exploração de lavouras nos terrenos próximos ao ribeirão das Águas Quentes, local também de morada de tribos indígenas. O nome Lindoia é referência do tupi “Rindoya”, rio que não sai de sua capacidade ou que se contém.

Já em 1820, após um desentendimento político, imigrantes portugueses e espanhóis, da cidade de Atibaia vieram se estabelecer nessas terras. Segundo a história, as famílias eram: Franco, Godoy, Alves, Souza, Almeida e Domingues. Documentos antigos também registram que Manoel Alves de Almeida criou um índio batizado de Salvador Domingues de Almeida, fundando latifúndios nas margens do então Rio do Cezar – chamado posteriormente de Rio do Peixe – pela grande quantidade de peixes. Já Joaquim Franco de Godoy, casado com uma das filhas do índio, doou o terreno para a construção da Igreja de Nossa Senhora das Brotas, em homenagem às grandes quantidades de brotas de água na região.

Indecisão – Lindoia passou por várias vezes de distrito a município; entre idas e vindas, a cidade ora era elevada a município, ora era rebaixada, conforme acontecimentos em outras localidades como Serra Negra e Águas de Lindoia. Finalmente, a última emancipação da jovem Lindoia aconteceu em 21 de março de 1965.

 

 

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