Hoje: Madri/ Espanha

Como prometido, Maria Augusta Cunha vai nos falar um pouco do que o grupo da Peregrinação Mariana 2017, organizada pelo padre Vicente Rosa Junior, depois de passar por Zaragoza, encontrou em Madri, que foi um ponto de passagem para o outro templo religioso, em Ávila. Era preciso conhecer a capital da Espanha.

Fale, Maria Augusta!

Pela manhã saída em direção a Madri. Depois de nos instalarmos no Novotel Center, tempo livre. Quanta coisa para ver, comprar e aproveitar. A Zara era uma tentação ao lado de outras tantas lojas de departamentos. Licores e turrones nem se fala! Com o dia terminando, jantar no hotel e descanso para enfrentar o 10º dia de viagem.

Pela manhã, visita panorâmica da cidade. Sempre que o ônibus parava, os cliques eram intensos. Todos querendo registrar as belezas da capital espanhola. E não eram poucas. A catedral  de Santa Maria impunha sua beleza, além da Plaza de Espanha, de onde sai a Gran Via que contém um conjunto de esculturas homenageando Miguel de Cervantes, através de Dom Quixote.

A Gran Via é uma das principais ruas da cidade, além de sua importante área turística e de lazer, com inúmeros cinemas, teatros, casas de shows e, por isso, conhecida como Broadway Madrilenha. O fervilhar de gente nessa rua é intenso, assim como nossos cliques. No final, chegamos a plaza Cibelles, decorada por uma fonte com três tanques sobrepostos e a altiva escultura da deusa Cibelles. Essa praça, constantemente, é invadida pelos torcedores do Real Madri, para festejar as vitórias do time. Aliás, que maravilha o estádio Santiago Bernabeu!

Continuando a visita, seguimos para um dos locais mais importantes da cidade, Passeo del Prado, passando pelo jardim botânico e estação Atocha, onde ocorreram atentados. Chegou o que tanto esperávamos: conhecer a Plaza de Toros de Las Ventas. Uma maravilha para ser admirada e clicada várias vezes. Ao seu redor, ambulantes vendem leques e cartazes alusivos às touradas que ocorrem durante a festa de São Isidoro. A escultura do toureiro mais famoso da Espanha, também enfeita a praça. E todos nós querendo registrar toda essa beleza.

Agora, uma pausa para o almoço, que ninguém é de ferro. Uns preferiram lanches e comidas rápidas, para mais tempo nas lojas. Outros preferiram restaurantes típicos para saborear a deliciosa paella, sempre acompanhada de sangria, a bebida mais típica entre todas. Para fechar com chave de ouro, licor de anis de Badalogna.

Voltando do almoço, rumo ao km zero – a Plaza da Pucata del Sol, onde se localiza um dos edifícios mais antigos, a Casa dos Correios, na qual se destaca a torre do relógio. Seguimos para o centro histórico da cidade e paramos na Plaza do Oriente. Ah! Que lugar encantador! Como era domingo, famílias iam lanchar ou fazer piqueniques debaixo de suas árvores. A galeria de estátuas que existe ali é fenomenal. Eu sentei-me embaixo de uma sombra, pois meu joelho dava sinais de cansaço e fiquei a observar os transeuntes que passavam. E excursões de todo lugar. À frente da praça, o Palácio Real e o Teatro Real. Bela Madri! Estonteante Madri! À noite, show típico de dança flamenca e mais comida gostosa. Encontramos lá outro pessoal da Praxis e foi uma festa com o senhor Avelar. A noite passou rápida e rumamos para o hotel, para um merecido descanso e nos prepararmos para muitas surpresas que ainda estavam por vir. No dia seguinte, Ávila e Salamanca!

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