Hoje: Budapeste

Leitura obrigatória

Budapeste é a capital, cidade mais populosa e principal centro financeiro, corporativo, mercantil e cultural da Hungria. É a sexta maior cidade da União Européia, localiza-se às margens do rio Danúbio e possui 1 740 041 habitantes, de acordo com dados de 2012.  Budapeste foi fundada em 17 de novembro de 1873, com a fusão das cidades de Buda e Ôbuda, na margem direita do Danúbio, com Peste, na margem esquerda.

É considerada uma das cidades mais belas da Europa. E foi para falar dessa cidade, que convidamos Amariles Ferraguti de S. Pinto e Josie Conti, que lá estiveram em uma linda viagem de turismo.

Falem, meninas!

Budapeste é uma cidade única. Iniciamos nosso passeio pelo Castelo de Buda (antigo palácio real), um conjunto de edifícios do século XVIII, em uma colina. Ali visitamos a Galeria Nacional Húngara, que ocupa parte do palácio e o Museu da História de Budapeste, também em seu interior. Um dos templos mais conhecidos da cidade fica ali, a “Igreja Mathias”, do século XIII que, no período medieval, era a principal igreja de Buda e, à sua frente, encontra-se o “Bastião dos Pescadores”, um conjunto de sete torres, que homenageia as sete tribos que fundaram o país.

A vista de lá de cima é encantadora, vale a pena conhecer!

Cortando o imponente Danúbio, existem dez pontes, ligando as duas partes, sendo a mais conhecida a Széchenyi Lánchid (Pontes das Correntes), além das charmosas Elisabeth e Liberdade.

O passeio, a pé, pelas margens do Danúbio, é fascinante; aproveitamos a caminhada e fomos até a ilha Margarita (uma das sete). Ela é uma grande área de lazer onde , aos fins de semana, as famílias vão se divertir: andar de bicicleta, caminhar, lanchar, jogar bola, ouvir músicas. Tudo isso em meio a uma exuberante vegetação, predominando os plátanos dourados.

Do lado Peste, o “Parlamento Húngaro”, de estilo neogótico, se impõe (é uma cópia bem feita do londrino). Ali estão expostos o cetro real e a coroa de São Estevão, objetos em ouro, pisos e paredes em mármores, além de obras de arte valiosas.

Vale apreciar os detalhes arquitetônicos e a arte gótica impressa nas fachadas e torres das igrejas. Em Budapeste, tudo ou quase tudo, foi erguido e reerguido várias vezes, em virtude das guerras e das ocupações nazista e comunista.

A poucas quadras do Parlamento, ergue-se a majestosa “Basílica de São Estevão”. É a maior igreja da Hungria, símbolo da cristandade do povo húngaro. E Estevão foi seu primeiro rei. É desse lado que ficam as lojas de grife, os hotéis e restaurantes de luxo, concentrados, principalmente, na famosa avenida Andrássy. Perto, fica a “Hungarian State House”, com espetacular acústica para as óperas.

Também fica ali a principal atração do bairro judeu, a “Grande Sinagoga”, a maior da Europa; e nesse local há, ainda, o Museu Judaico, onde existe uma interessante escultura em forma de salgueiro, em homenagem às vítimas do Holocausto. Em cada uma de suas folhas está gravado um nome. Aproveite para ver, também, o impactante monumento em memória dos judeus sacrificados durante a Segunda Guerra Mundial, o “Shoes on the Danube Promenade” (Sapato à beira do Danúbio).

Não poderíamos deixar de citar os “spas” e banhos térmicos de Budapeste, pois eles se destacam no mundo. No verão, todas as termas estão abertas; elas são famosas pelas suas propriedades medicinais. Os “baths” faz parte da cultural local e é uma tradição de mais de dois mil anos.

Não deixe de fazer um passeio de barco pelo Danúbio à noite, com as luzes acesas. É imperdível! Para compras, há o Mercado Central e a Rua Váci, a mais famosa.

Enfim, ir ao Leste Europeu é conhecer uma segunda Europa. Vale a pena!

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