Hoje: Ilha de San Andrés (Colômbia) e Canal do Panamá  

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A ilha colombiana San Andrés desfruta do mar azul do Caribe e faz parte de um arquipélago constituído juntamente com Providencia e Santa Catalina Island, a 700 quilômetros da costa da Colômbia, e possui uma área total de 26 km², com comprimento máximo de 12 km. San Andrés possui o inconfundível mar de sete cores, paisagens de paraíso tropical e ambiente tranqüilo, e ainda desfruta da condição de zona franca, com muitos produtos importados, como bebidas, eletrônicos e perfumes. O clima tende a se manter estável durante o ano todo, com temperaturas médias entre 28ºC e 30ºC. A melhor época para visitar a ilha é nos meses de dezembro e janeiro, e entre junho e agosto, quando há menos probabilidade de chuva. O paradisíaco arquipélago é formado por várias ilhotas por lá conhecidas como “cayos“. Todo esse conjunto fica em águas com tantas variações de azul, que a região ganhou o apelido de Mar de Sete Cores.

O Grupo Só Mulheres, neste ano formado por Cristina Nascimento, Ditinha Testoni, Fátima Rinaldi, Inês Belatto, Maria da Penha Rodrigues, Marlene Mazetto, Roseane Tasca e Vera Golo, partiu para a viagem de férias, de 22 a 30 de agosto, para conferir tudo isso bem de perto.

Confira o relato!

Esta foi nossa nona viagem de amigas. Todos os anos fazemos um passeio turístico, para algum lugar escolhido de comum acordo – a maioria vence -, para uma semana de férias. Neste ano o grupo foi menor, por compromissos de outras participantes que, infelizmente, não puderam usufruir desse paraíso caribenho.

Do Brasil fomos direto para San Andrés, na Colômbia, onde ficamos hospedadas em um hotel maravilhoso, o Hotel Royal Decameron Aquarium, construído sobre uma série de torres circulares dentro do mar, a 1 km da praia Spratt Bight e da área comercial da cidade, possui salão noturno, com shows diferentes e típicos todas as noites, cinco restaurantes, piscinas, e nada mais fantástico do que acordar, pela manhã, sair na sacada e encontrar-se dentro do mar, com uma vista linda. O mar de San Andrés é famoso pelas tonalidades de suas águas, e é chamado de mar das sete cores, uma coisa incrível!

A ilha não possui a infraestrutura de outros locais bem conhecidos, como Cancum, Aruba… Sua população é mais pobre e o turismo ainda está no início, mas isso em nada atrapalha os passeios que fizemos, começando por um, de jipe, com o qual percorremos a ilha toda, conhecendo a paisagem e diversas praias, além de várias piscinas naturais, protegidas por rochas, onde foi delicioso nadar e ficar simplesmente desfrutando do calor das águas. Já em algumas praias, como o piso é basicamente formado por rochas vulcânicas e irregulares, é necessário colocar uma sapatilha para entrar no mar e não machucar os pés. Achamos muito esquisito e engraçado vesti-las, mas valeu a pena.

A ilha é excelente destino para os mergulhadores, já que está cercada por recifes de corais, mas nós não nos atrevemos a essa experiência. Preferimos o passeio de barco com fundo de vidro, para visitar o Acuario Jonhny Cay, conhecendo as espécies marítimas aos nossos pés. Fantástico!

Outra atração imperdível é a Cueva de Morgan, do qual reza a lenda que o local foi utilizado pelo pirata Morgan para guardar seu tesouro. A caverna possui um lago em seu interior que dá acesso ao outro lado da ilha, com natureza virgem. Aproveitamos para tirar muitas fotos com os piratas…

O Hoyo Soplador, gêiser natural e orgulho dos nativos, é outro dos principais pontos turísticos da ilha. O gêiser é produzido pela pressão com que a onda do mar entra nos túneis de pedra, e o efeito lembra um “sopro” de ar que empurra água por um dos buracos na rocha. Uma experiência única para nós, que não temos esse tipo de fenômeno aqui no Brasil.

Na alimentação, não tivemos problemas: é variada como a nossa, e usam vários temperos, principalmente o Cominho, e também tem muitas frutas, as mais diversas, e doces maravilhosos… Um, de maracujá, é um manjar dos deuses! Há poucos frutos do mar, mas o peixe Pargo é abundante, entre outros.

Antes de voltar para o Brasil, no dia 28, a parada sugerida pela Cateto Turismo na Cidade de Panamá, a capital, cidade mais populosa, e o principal centro financeiro, corporativo, cultural e econômico do Panamá. Um choque de infraestrutura, em relação a San Andres: uma cidade superorganizada, rica, com carros luxuosos pelas ruas.

A construção do Canal do Panamá em parceria com os americanos, desde 1914, foi de grande benefício para a infraestrutura da cidade. As melhorias em saúde, trazidas com a instalação dos americanos na zona do canal, incluíram a erradicação da febre amarela e da malária, bem como a introdução do primeiro sistema de água potável. As mudanças que surgiram são incontáveis. Mas os panamenhos queriam a soberania do país e, desde o ano de 1999, com a saída das tropas estadounidenses e a obtenção da soberania total do país, a Cidade do Panamá se converteu em um dos centros de concentração mundial de estrangeiros e precisou expandir-se para os céus, obtendo a construção dos edifícios mais altos de América Latina, assim como crescente o número de shoppings internacionais, de centros bancários etc. Nos últimos anos, a cidade vem recebendo o apelido de “Dubai Latina” pelo seu notável crescimento.

Conhecer o Canal do Panamá foi fantástico, durante um tour pela cidade. Na volta para o Brasil ficaram essas lembranças lindas, de uma viagem que começou numa ilha paradisíaca ainda pouco explorada, com o maravilhoso mar das sete cores, para terminar numa cidade com a mais alta tecnologia estrutural, economia avançada e um canal só lembrado nas antigas aulas de geografia. Valeu a pena!

 

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