Hoje: Petrópolis

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Distante cerca de 1 hora da capital Rio de Janeiro, está Petrópolis.  A “Cidade Imperial” nasceu do sonho do Imperador D. Pedro I, que descobriu os valores climáticos e belezas naturais da região serrana. Ali, D. Pedro II construiu seu Palácio, vivendo os melhores momentos de sua vida.

Emoldurada pela Mata Atlântica e envolvida pela arte, música, dança, cultura e tradição, em parte herança dos colonos germânicos e imigrantes portugueses, italianos e franceses, dentre outros, conquista patamares de desenvolvimento nos setores do turismo, da pesquisa e da alta tecnologia.

Entre as dicas de visitação da Eduardo Tur está o Palácio Quitandinha, um palácio brasileiro, localizado no bairro Quitandinha. Foi construído a partir de 1941, pelo empreendedor mineiro Joaquim Rolla, para ser o maior cassino hotel da América do Sul. Em 2007, a parte administrativa do prédio – incluindo os diversos salões e áreas de lazer, com exceção dos apartamentos, que pertencem a particulares – foram adquiridos pelo SESC Rio, que passou a promover atrações culturais no local. A ideia era valorizar o espaço histórico-cultural, que por muito tempo ficou fechado.

O Museu Imperial, popularmente conhecido como Palácio Imperial, é um museu histórico-temático, localizado no centro histórico da cidade. Está instalado no antigo Palácio de Verão do imperador Dom Pedro II. O acervo do museu é constituído por peças ligadas à monarquia brasileira, incluindo mobiliário, documentos, obras de arte e objetos pessoais de integrantes da família imperial.

Além da coleção de pinturas, a rica biblioteca do Museu Imperial preserva um importante acervo bibliográfico com cerca de 50 mil volumes, especializados em História (principalmente do Brasil no período Imperial), história de Petrópolis e Artes em geral.

O museu possui uma coleção de mais de 250 mil documentos originais que datam do século XIII e vão até o século XX.

A Catedral de São Pedro de Alcântara  é dedicada ao padroeiro da cidade e da Monarquia Brasileira. Na Basílica de São Pedro de Alcântara, estão sepultados: Dom Pedro II, imperador do Brasil (1825-1891), Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias, imperatriz do Brasil (1822-1889), dona Isabel Cristina de Bragança e Bourbon, princesa imperial do Brasil e condessa d’Eu (1846-1921), Luís Gastão de Orléans, príncipe imperial consorte e conde d´Eu (1846-1922), Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança, príncipe de Orléans e Bragança (1875-1940), Elisabeth Dobrzensky de Dobrzenicz, condessa de Dobrzensky (1875-1951).

O Palácio de Cristal foi inaugurado em 1884. A estrutura pré-montada foi encomendada pelo Conde d’Eu, sendo construída nas oficinas da Sociedade Anônima Saint-Souver Lês Arras, na França. A estrutura é inspirada no Palácio de Cristal de Londres, e do Palácio de Cristal do Porto. A intenção do conde era presentear a princesa Isabel, para que pudesse cultivar suas hortaliças.

Em 1938, o palácio foi coberto por folhas-de-flandres e tijolos para abrigar o Museu Histórico de Petrópolis, que mais tarde seria transferido para onde hoje funciona o Museu Imperial de Petrópolis.

Em 1957, o palácio foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, mas continuou coberto. Paredes similares às originais foram colocadas no ano da comemoração do centenário do palácio, em 1984.

O Palácio de Cristal é utilizado para exposições e eventos, como a Bauernfest, festa anual em homenagem aos colonos alemães de Petrópolis. Hoje, as paredes de palácio são cobertas de vidros, e como já visto acima, funciona para eventos históricos.

Enfim, Petrópolis é uma cidade elegante, na qual o passado e o presente seguem entrelaçados, oferece cores, sabores, surpresas e satisfação. Na gastronomia, conceituadas confeitarias, bares e restaurantes; o charme das pousadas e hotéis; a diversidade nos polos de compras e muito mais para ser descoberto, num convite às experiências memoráveis

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