Relembrando artigos de Waldir Simoni (Marwall)  

Leitura obrigatória

90 ANOS xxss

Durante muitos anos, o articulista Waldir Simoni (Marwal) publicou, neste jornal O Município, suas críticas ou até mesmo elogios, muito bem escritos, sobre um assunto em evidência, nos planos local, regionais, estadual e nacional. Ele faleceu aos 79 anos, no dia 4 de julho, e esta folha lhe faz uma homenagem, publicando novamente seu artigo de 9 de outubro de 1993, edição nº 3.793, na qual reitera a crítica ao Governo Fleury, feita na edição anterior, a 3 de setembro desse ano, durante uma greve dos professores estaduais por melhores salários, entre outras reivindicações.

Que vergonha, senhor Fleury! Parte II

Um, dois, três, quatro, cinco, mil queremos que o Fleury… dê o reajuste tão merecido a esses professores sofridos deste tão importante do Brasil.

Quem diria que o governo de São Paulo teria tanta incompetência para solucionar um problema tão importante que é a educação, segundo o senhor mesmo pôs como prioridade em seu governo!

E sabemos que o senhor está gastando milhares e milhares de dólares para despoluir o rio Tietê; como se o rio fosse prioridade em seu governo. Governador, o senhor deveria ter um pouco de bom senso, para não falar outra coisa, e resolver urgentemente este problema que o senhor, tão inteligente como é, pode solucionar; mas tem que ser o senhor mesmo, não secretários ou homens de recados. Mas o senhor está preocupado com sua política demagógica do seu PMDB; largue mão disso, senhor Governador, pense mais em seu estado, que está passando maus momentos dentro do setor “EDUCAÇÃO”, esta crise que se arrasta por mais de 40 dias e, mais, sem acordo nenhum por parte do Governo. Em matéria paga, o senhor vai às TVs e rádios em geral contra as professoras e, mais, que o governo não é uma fábrica de dinheiro; estamos cientes de que não precisa ter esta tal fábrica para resolver esta greve. Simplesmente, mobilize seu governo; impossível tanta gente inteligente entre seus assessores e não encontrem nenhuma solução para pôr fim a essa malfadada greve.

Novamente volto a criticar os “braços cruzados” que continuam inertes perante sua classe, que está lutando debaixo de sol e chuva por vocês também que devem estar recebendo altos salários. Vocês, não grevistas, continuam de “Braços Cruzados”; parecem estar unidos a esses políticos do governo que nada fazem pelo término desta greve.

Como já disse não sou professor, mas continuo na luta por essa justa causa.

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