Para nossa redação, o piloto comenta sobre a preparação antes, durante e depois da prova, que teve início ontem, dia 26 e segue até dia 10 de setembro. “Muito treino, muito desenvolvimento nos UTVs para aguentar uma prova desse tamanho e, principalmente, a mente tem que estar saudável, pois passamos de sete a doze horas pilotando por dia”, conta ele que faz sua segunda participação no Rally dos Sertões, sendo a primeira em 2018.
Em quatorze dias de prova, serão 7.216 quilômetros, passando por oito estados e quatorze cidades: Foz do Iguaçu e Umuarama, no Paraná; Presidente Prudente, São Paulo; Campo Grande e Costa Rica, no Mato Grosso do Sul; Barra do Garça e São Félix do Araguia, em Mato Grosso; descanso em Palmas, no Tocantis, depois seguindo para Mateiros, no mesmo estado; Bom Jesus, no Piauí; Balsas e Imperatriz, no Maranhão e encerrando no estado do Pará, em Paragominas e Salinopólis.
A edição de 2022 é grandiosa: em homenagem aos 200 anos da Independência do Brasil, o desafio é considerado a maior prova de rali da história, superando o rali Dakar. Serão quatro categorias: carro, moto, quadriciclo e UTV (Utility Task Vehicle, ou veículo utilitário multitarefas).
Na parte social, a organização promoverá ações beneficentes como consultas médicas, cursos e atividades para as crianças.
Guilherme Cysne agradece a todos os seus patrocinadores: Quinta do Malte, Loja Quadrijet, Kondz e Avantgarde. O dia a dia da prova será transmitido pelo Instagram @rallydossertoes.







